Antifrágil: como o conceito pode ajudar nos investimentos

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Um dos conceitos mais populares dos últimos anos pode ser um aliado na hora de criar uma carteira diversificada, pensando em proteger seu patrimônio e até mesmo conseguir boas rentabilidades. Já ouviu falar em antifrágil?

Esse conceito, popularizado por Nassim Taleb, no seu livro de mesmo nome publicado em 2012 no Brasil, fala sobre como existem ativos, pessoas e outros elementos que podem se beneficiar a partir do caos. 

Pode ser comum achar que o contrário de frágil é algo resiliente ou até mesmo resistente. Para Taleb, esse grupo se enquadra na característica de robusto, que seria o meio-termo entre frágil e antifrágil. 

Por isso, vamos explicar em detalhes tudo o que você precisa saber sobre esse termo e como ele pode ser útil para os seus investimentos. 

O que é antifrágil

Antifrágil é um conceito popularizado pelo escritor libanês Nassim Taleb e fala sobre como algumas coisas podem se beneficiar a partir do caos e saírem dessa situação melhor do que entraram nela. 

Ou seja, ao contrário do que muitos acreditam, para ele, o contrário de frágil não é resistente ou resiliente, já que esses conceitos falam sobre suportar a adversidade, muitas vezes sendo prejudicado por ela, mas continuando de pé. 

Para isso, um sistema antifrágil precisa contar com uma exposição assimétrica a risco. Ou seja, quanto falamos em portfolio, uma carteira antifrágil teria uma parcela alta exposta a riscos próximos a zero, e uma parcela pequena aplicada em ativos com maior risco e maior potencial de retorno. Desta forma, se houver perda, ela fica restrita àquela parcela pequena da carteira, mas um ganho exponencial pode beneficiar a carteira como um todo.

O mesmo raciocínio vale, para Taleb, em outros ambientes da vida. Por exemplo,

Antifrágil e os investimentos

Qual a relação entre o conceito de antifragilidade e os investimentos? Ele pode ser importante para ajudar na hora de criar uma carteira equilibrada e diversificada, que ajudará o investidor a passar por momentos de crise sem ser prejudicado. Por outro lado, sairá do outro lado com o capital protegido e até mesmo um patrimônio superior ao anterior. 

Para isso, é importante estudar o mercado e conhecer o histórico de empresas que se saíram bem durante as crises que são naturais no mercado financeiro e acontecem de forma constante, ainda mais em economias instáveis como a brasileira. 

Isso faz com que seja necessário criar uma carteira que seja diversificada o suficiente para proteger o seu patrimônio e evitar perdas em momentos de baixa. Ao entender o mercado e o histórico das empresas, fica mais fácil de comprar os ativos certos na hora certa. 

Uma forma de fazer isso é olhando para empresas que passaram no teste do tempo e têm um histórico de gestão, governança corporativa e resultados consolidados. A chance de não ter problema com esse tipo de ação, caso opte por renda variável, é maior. 

Também é possível utilizar a estratégia barbell, citada por Taleb no livro, em que o investidor tem uma parte da carteira em ativos de baixo risco e volatilidade, como a renda fixa. E uma outra parte com ativos de mais alto risco e maior chance de retorno, como fundos de private equity e venture capital que aportam capital em empresas iniciantes. 

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