Carteira de investimentos: como montar a mais adequada

Carteira de investimentos
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Investidores que entram no mercado de capitais começam a se deparar com os inúmeros termos que fazem parte desse universo. Um deles, bastante importante, é a carteira de investimentos. É com ela que será possível proteger o patrimônio e ganhar rentabilidade. 

A carteira de investimentos é o conjunto de ativos em que o investidor aportou o seu dinheiro na intenção de aumentar seu capital. É importante entender como montar uma boa carteira de investimentos pensando nos objetivos e também nos níveis de risco que está disposto a correr. 

O que é uma carteira de investimentos?

Uma carteira de investimentos nada mais é que o grupo de ativos onde o investidor distribui seu capital com o objetivo de diversificar, se proteger das oscilações de mercado, diminuir os riscos e também conseguir diferentes rentabilidades. 

Ao iniciar no mercado de capitais, o investidor ainda não sabe muito bem quais os caminhos possíveis a serem seguidos. São muitas opções de ativos disponíveis e muitas formas de distribuir os recursos que estão em mãos. 

Por isso, é importante pensar em quais tipos de investimento fazem sentido para compor a carteira pensando em qual objetivo quer ser alcançado e também que nível de risco é possível correr sem precisar ter problemas com a volatilidade natural dos ativos. 

É possível montar uma carteira de investimentos apenas com ativos de renda fixa, ou apenas renda variável e até mesmo diversificar e incluir os dois tipos para variar as opções de rentabilidade e liquidez

Como montar uma carteira de investimentos? 

O primeiro ponto a ser considerado na hora de criar uma carteira de investimentos é definir qual o objetivo para esse capital que será usado. É para comprar uma casa, fazer uma viagem, trocar de carro?

É importante saber o objetivo, qual o prazo para a realização desse objetivo e também conhecer seu perfil de investidor para definir quais serão os ativos que farão parte dessa carteira. 

O investidor geralmente é classificado em três diferentes perfis: 

  • Conservador: pouca exposição ao risco, compondo sua carteira com a grande maioria em renda fixa e pouca renda variável;
  • Moderado: um pouco mais de tolerância ao risco, fazendo uma divisão mais equilibrada entre os diferentes ativos;
  • Agressivo: alta tolerância ao risco, preferindo ativos de renda variável para a maior parte da carteira. 

Com essas informações em mãos, é hora de escolher os ativos que irão fazer parte da carteira de investimentos. 

Ativos para a carteira de investimentos

Existem inúmeras opções de ativos para o investidor escolher na hora de criar sua carteira de investimentos. Como já mencionamos, são divididos entre renda fixa e renda variável. A recomendação é que renda fixa e alta liquidez sejam usados para objetivos de curto prazo e formação da reserva de emergência. 

Já ativos de renda variável para objetivos de longo prazo e com menor possibilidade de resgate do recurso antes do prazo final de carregamento, evitando possíveis perdas. 

Opções de renda fixa

Entre as principais opções de renda fixa, estão: CDBs, LCI, LCA, Debêntures, entre outros. 

Opções de renda variável

Entre as opções de renda variável, vale destacar as ações, os fundos imobiliários e investimentos alternativos como private equity e venture capital

Investir em empresas inovadoras pode ser uma forma de conseguir remunerações superiores aos da renda fixa, por exemplo. Por isso, confira as melhores empresas para investir na beegin. 

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