Entenda o crescimento do mercado investidor em e-commerce no Brasil

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No setor de e-commerce no Brasil, o cenário é promissor aos investidores. As perspectivas de retorno, inclusive em médio e longo prazo, são positivas.

Para entender como esse setor pode oferecer oportunidade atrativa de investimento alternativo, é fundamental analisar os dados mais recentes.

Eles apresentam uma imagem otimista do que acontece no e-commerce brasileiro nos últimos anos, e de como o setor deve continuar evoluindo. Acompanhe o conteúdo para saber mais!

Mudanças no comportamento de compra

O principal fator que beneficia o e-commerce são as mudanças no comportamento de compra do consumidor.

Um exemplo de mudança no comportamento de compra é relatado no estudo “Home for the Holidays”, do Institute for Business Value (IBM), onde 54% dos consumidores globais pesquisados relataram disposição à mudança de hábitos de compras nas férias do final de ano de 2021 a favor da sustentabilidade.

O investidor pode ter uma noção dessas mudanças, pensando em seu próprio comportamento. É muito provável que tenha realizado mais compras on-line nos últimos anos.

A confiança nas lojas virtuais aumentou e as vantagens em praticidade e economia venceram objeções.

A pandemia do novo coronavírus acelerou essa transformação, levando pessoas que não compravam no e-commerce a atravessar essa barreira. E, para quem já comprou, o interesse nas aquisições on-line se ampliou.

Crescente do e-commerce no Brasil nos últimos anos

Os números demonstram o movimento crescente do e-commerce no Brasil. Alguns exemplos são os dados sobre faturamento, volume de compras e ticket médio. Confira!

Avanço do faturamento

Segundo o 44.º Webshoppers, relatório elaborado por Ebit | A Nielsen, em parceria com o Bexs Banco, no primeiro semestre de 2021, o e-commerce no Brasil atingiu faturamento total de R$ 53,4 bilhões.

Esse número representa um novo recorde. Ele corresponde a um aumento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Evolução do número de pedidos

O mesmo relatório indicou aumento significativo no número de pedidos no primeiro semestre de 2021. O e-commerce no Brasil chegou a 100 milhões de pedidos e, em relação ao primeiro semestre de 2020, esse número representa crescimento de 7%.

Aumento no ticket médio das aquisições

O aumento no faturamento foi resultado do maior volume de compras, associado a um maior ticket médio.

O relatório revelou que, no primeiro semestre de 2021, o ticket médio das compras avançou 22% na comparação da base anual. Assim, em média, os consumidores gastaram R$ 534 por transação.

Segmentos com alterações notáveis

O relatório Webshoppers também destacou os segmentos com maiores saltos no desempenho durante o primeiro semestre de 2021.

Esportes

No segmento de esportes, houve alta de 48% no faturamento e 27% no número de pedidos.

Pet shop

O segmento de pet shop contou com alta de 56% no faturamento e 48% no número de pedidos.

Decoração

O setor de decoração aumentou em 155% o faturamento e 67% no número de pedidos.

Alimentação

No segmento de alimentação, houve alta de 34% no faturamento e 8% no número de pedidos.

Crescimento por região do país

O relatório também revela que esse avanço dos números do e-commerce no Brasil não está ocorrendo apenas em um local. Pelo contrário, o comércio eletrônico está se disseminando em todas as regiões.

As localidades que apresentaram maior crescimento do faturamento durante o primeiro semestre de 2021 foram: Sul (57%) e Norte (52%).

Por enquanto, a região Sudeste permanece sendo a mais representativa, responsável por 51% do faturamento total no período.

Tendência de criação de superapps

Uma das principais tendências do setor de e-commerce no Brasil é a criação de superapps. Esses são aplicativos que reúnem uma gama ampla de serviços em uma única plataforma.

Os apps de e-commerce podem evoluir para superapps, por exemplo, agregando serviços financeiros, como cashback e carteira digital.

Movimentação de destaque no setor

As empresas do setor de e-commerce estão realizando movimentações para consolidar o mercado.

No Magazine Luiza, por exemplo, as vendas do e-commerce no primeiro semestre de 2021 correspondem a 70% do faturamento total. E, para fortalecer e expandir sua presença no meio digital, ele adquiriu empresas, como:

  • AiQFome;
  • ToNoLucro;
  • GrandChef;
  • VipCommerce.

O Nubank, uma das empresas unicórnios brasileiras, quer entrar no setor de e-commerce e, para isso, fechou parceria com Magalu, além de outros varejistas, como:

  • Dafiti;
  • Allied;
  • Aliexpress.

A proposta é oferecer vantagens aos clientes da fintech em compras com esses parceiros. Assim, com a construção de novas sinergias, mais consumidores devem migrar para aquisições em lojas virtuais.

É um movimento que favorece o potencial de crescimento em médio e longo prazo das empresas do setor. Para os investidores, representa uma excelente oportunidade de investimento.

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