Economia compartilhada: o que é e como funciona

Economia compartilhada
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Com o crescimento no número de startups no país e um cenário propício para a inovação, é cada vez mais comum empresas desenvolvendo serviços que fazem parte da economia compartilhada. Esse modelo atrai muitos investimentos alternativos e o foco em experiências e não em posses. 

Mas o que é a economia compartilhada e qual a diferença para a economia tradicional, que era mais popular antigamente? Como o próprio nome diz, trata-se de um modelo em que o compartilhamento de bens e serviços ganhou espaço e facilitou a vida dos consumidores. 

A ideia é tornar mais acessíveis serviços que antes podiam ser considerados caros e de difícil acesso para uma parte da população. Por exemplo, pegar um Uber ou 99 hoje em dia é mais acessível do que era andar de táxi anos atrás. 

A principal diferença entre a economia compartilhada e a tradicional é essa: acesso a serviços práticos a preços mais acessíveis. 

O que é economia compartilhada

A economia compartilhada é uma nova forma de fazer negócios, em que empresas oferecem serviços tradicionais de forma inovadora. Por exemplo: hoje, é possível chamar um carro para transportar passageiros por meio de um aplicativo, pagando um preço mais acessível. 

Além disso, é possível alugar uma casa ou um quarto durante uma viagem pagando mais barato e negociando diretamente com o proprietário do espaço. 

Na economia compartilhada, bens materiais passam a ser de uso compartilhado com o objetivo de entregar um serviço mais prático e barato a quem decide usá-lo. 

Isso é possível graças a espaços conhecidos como marketplace, onde empresas oferecem produtos e serviços e consumidores compram ou contratam o que estão precisando naquele momento.  

Como funciona a economia compartilhada

Existem algumas formas diferentes e possíveis para a economia compartilhada funcionar, cada uma voltada para um tipo de serviço e público diferentes. 

Pode ser por meio de mercados de redistribuição, em que usuários colocam à venda objetos usados, que não são mais utilizados e conseguem monetizar itens esquecidos em seus guarda-roupas e estantes pela casa. 

Também é possível encontrar esse novo modelo em um estilo de vida colaborativo, quando uma comunidade se reúne para compartilhar bens ou serviços. Um exemplo clássico é o escritório de coworking, onde pessoas compartilham mesas de trabalho e toda estrutura de escritório em locais feitos para isso. 

Por fim, há o sistema de acesso a produtos e serviços. Nesse caso, o consumidor aluga por tempo determinado um bem, como é o caso do Airbnb, que oferece casas e quartos para pessoas viajando e em busca de acomodação a preços mais acessíveis que os tradicionais hotéis. 

Exemplos

Alguns serviços muito populares são exemplos bem ilustrativos de como funciona a economia compartilhada. É o caso do iFood, marketplace que reúne restaurantes, mercados, padarias e demais estabelecimentos de alimentação com consumidores que estão em busca de algo para comer. 

Serviços como Uber também são um exemplo bem prático do modelo. Adotando o modelo de plataforma digital, a empresa permite que motoristas compartilhem os seus próprios carros oferecendo transporte para clientes, em troca de uma remuneração. 

A economia compartilhada e os investimentos

Empresas que ingressam na economia compartilhada chamam muito a atenção de investidores de fundos de venture capital e private equity pelo seu potencial de escalar o negócio e conseguir chegar a um elevado número de clientes. 

Isso torna o potencial desse ativo interessante para quem está disposto a enfrentar alguns riscos pensando em uma rentabilidade mais elevada no futuro, superando investimentos tradicionais em renda fixa e renda variável

Por isso, é tão comum hoje em dia acompanhar no noticiário novas empresas da economia compartilhada recebendo rodadas de investimento

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