Fundos de criptomoedas: o que são e como investir

fundos de criptomoedas

As criptomoedas estão ganhando cada vez mais espaço entre os investidores. Ainda há muitas dúvidas sobre o assunto e pouca regulamentação, mas já é possível encontrar fundos de criptomoedas para começar a investir nesse ativo de forma segura e dentro da regulação do mercado de capitais. 

Esses fundos são um tipo de investimento para quem tem pouco conhecimento sobre o assunto e prefere investir com um outro grupo de investidores ao invés de fazer as operações de forma individual. 

O que são fundos de criptomoedas

Os fundos de criptomoedas são ETF (exchange trade funds), também conhecidos como fundos de índice. Um ETF é um fundo atrelado a um índice de referência, ou seja, o gestor da carteira tem como objetivo entregar a mesma performance do índice ao qual ele está indexado.

Geralmente, eles são compostos em parte por criptomoedas e parte por ativos de renda fixa, com o objetivo de minimizar os riscos envolvidos na operação. 

Também existem casos de fundos que são destinados a perfis mais arrojados, como investidores qualificados e profissionais. Investidores qualificados têm pelo menos R$ 1 milhão investido e os investidores profissionais pelo menos R$ 10 milhões. 

Ou seja, a exposição às criptomoedas é maior, já que o apetite pelo risco também é maior. 

Alguns fundos podem ser compostos exclusivamente por esse ativo. 

Os fundos são listados em bolsa de valores e suas cotas podem ser negociadas por meio de corretoras, como se fossem uma ação.

Esse investimento pode ser feito por meio de bancos ou corretoras que oferecem esse tipo de fundo aos seus clientes. 

Riscos dos fundos de criptomoedas

O investimento em criptomoedas como o Bitcoin ou o Ethereun é um investimento em renda variável. Por isso, o risco tende a ser maior, já que o potencial de rentabilidade também é maior. 

O investimento em criptomoeda ainda não é todo regulamentado. Em 2018, a CVM autorizou, por meio do Ofício Circular SIN 1/2018, que brasileiros pudessem investir em fundos internacionais lastreados em moedas digitais. 

Mais recentemente, em 2021, foram autorizadas as emissões de cotas de ETFs lastreados em criptomoedas.

É essencial entender qual é o seu perfil de investidor e qual capital tem disponível para entender qual será a composição de fundo escolhida. A sua exposição mais adequada a criptomoedas, mesmo por meio de ETFs,depende do seu perfil. Se ele for mais conservador, tem os fundos com menor participação de criptomoedas e maior de renda fixa

Já se o perfil for mais arrojado, é possível optar pelo fundo que tem presença maior das criptomoedas. 

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