Entenda como a inflação impacta seus investimentos

Entenda a inflação e os investimentos
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O que a inflação tem a ver com os seus investimentos, sejam eles tradicionais ou alternativos? Muito mais do que você imagina. Dependendo da rentabilidade que for contratada, o seu poder de compra pode ser diluído com o passar do tempo e a elevação de preços. 

Por isso, é essencial entender o que é inflação e como ela impacta nos seus investimentos para poder tomar boas decisões e preservar o seu patrimônio para que consiga manter seu padrão de consumo ao longo dos anos. 

Siga a leitura desse artigo para entender tudo o que você precisa para garantir rentabilidade real nos seus investimentos e não perder dinheiro por ter escolhido uma taxa de juros desfavorável. 

O que é inflação?

De forma simples e objetiva, a inflação é o aumento de preços verificado em uma série de produtos na comparação entre dois períodos determinados. Por exemplo, quanto era preciso para comprar uma cesta básica em junho de 2021 e quanto era preciso para comprar a mesma cesta básica em junho de 2020. 

O aumento isolado de um produto ou serviço não significa que a inflação está em alta ou em baixa, isso acontece apenas quando a lista desses produtos determinados sofre alteração. 

Como a inflação é medida

No Brasil, existem dois índices principais que analisam essa variação de preços para definir em que patamar está a inflação:

  • IPCA: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo é medido mensalmente pelo IBGE e avalia o custo de vida de famílias que têm renda entre 1 e 40 salários mínimos. A medição é feita a partir de uma lista de produtos e serviços essenciais, nas principais capitais e regiões metropolitanas. É a taxa oficial de inflação do país, usada para avaliar se ela está dentro da meta estabelecida pelo governo. 
  • IGP-M: o Índice Geral de Preços – Mercado é medido mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e analisa a variação de preços do comércio no varejo, no atacado e na construção civil. Muito usado como índice para o reajuste de aluguéis.  

Além desses, há outros indicadores de preços medidos por instituições como a FIPE-USP e o Dieese.

A inflação e seus investimentos

Com essa informação em mãos, é importante que você escolha investimentos que tenham rentabilidade real, ou seja, que preservem o seu poder de compra e o valor do seu dinheiro. Para isso, é preciso que descontando taxas, impostos e a inflação, o seu rendimento seja positivo. 

De nada adianta ter um investimento que remunere 3,5% ao ano, por exemplo, se a inflação nesse período for de 5%. O seu dinheiro irá render, mas, na prática, você terá perdido poder de compra por causa da inflação e não conseguirá mais comprar amanhã o que comprava ontem com o mesmo valor. 

Por isso, é essencial criar uma carteira diversificada, contendo investimentos que busquem uma rentabilidade acima da inflação. Uma opção mais conservadora é investir em ativos que sejam atrelados à inflação, como o Tesouro IPCA +, para que você, pelo menos, recupere o valor da inflação, além de uma pequena taxa adicional. 

Outra possibilidade é investir em ativos que são descolados da taxa de juros básica e que tenham um alto potencial de rentabilidade. Essas são características dos ativos alternativos, como investimentos em empresas de capital fechado, como Private Equity e Venture Capital.

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