Lucro líquido do Banco Inter é de R$ 27,5 mi no 1o trimestre

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O Banco Inter encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 27,470 milhões, alta de 31,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, e de 331,2% em três meses. O trimestre foi de alta nas receitas, na carteira de crédito e nas margens, mas de crescimento também nas despesas do banco digital.

De acordo com o balanço do Inter, divulgado nesta segunda-feira, o resultado antes de tributação sobre o lucro foi de R$ 1,009 milhão, queda de 81% em um ano. Entretanto, o Inter anotou resultado contábil de R$ 59,674 milhões com ativo fiscal diferido, alta de 66% em um ano, o que impulsionou o lucro.

De janeiro a março, a margem financeira do banco digital foi de R$ 544,5 milhões, número 78,2% maior que no mesmo período do ano passado. De acordo com o Inter, a expansão veio das receitas de operações de crédito. As receitas totais líquidas do banco, de R$ 907 milhões, subiram 87% em um ano.

A receita média por usuário (ARPU, na sigla em inglês) da instituição cresceu 2,4% em 12 meses, para R$ 195,3. A receita média por usuário ativo (ARPAC) era de R$ 366,9, alta de 11,1% em um ano. Em relação ao trimestre encerrado em dezembro, houve baixa de 11%. O Inter tinha em março 18,6 milhões de clientes, sendo 9,9 milhões ativos.

Ao todo, o banco digital teve receitas de serviços 152% maiores, em R$ 522 milhões no período de janeiro a março, graças ao crescimento das receitas de floating e do Inter Shop. A loja virtual do Inter chegou a R$ 101 milhões em receitas, ante R$ 41,2 milhões um ano antes.

Já o custo de servir cada cliente foi de R$ 109,93 no primeiro trimestre deste ano, número 1,9% maior que o do mesmo período do ano passado. O custo de aquisição subiu 4,6%, para R$ 29,04.

No final de março, o banco tinha R$ 38,5 bilhões em ativos, número 81,1% maior em um ano. O patrimônio líquido estava em R$ 8,5 bilhões, aumento 159,4%. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) não foi informado.

A carteira de crédito ampliada do Inter cresceu 6,6% em um trimestre e 80,6% em um ano, para R$ 19,8 bilhões. A originação de crédito foi de R$ 4,5 bilhões no trimestre, número que o Inter já havia informado em sua prévia operacional, bem como a inadimplência acima de 90 dias (3,3%).

De janeiro a março, a instituição separou R$ 243,963 milhões para provisões contra a inadimplência, volume 157% maior que no mesmo intervalo de 2021.

Ainda de acordo com o balanço, a instituição tinha índice de Basileia de 35,7% em março, bem acima do mínimo regulatório, de 11%. Houve um crescimento de 11,6 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado, e uma queda de 8,6 p.p. no comparativo trimestral.

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