O que é Private Equity?

o que é private equity
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O mercado de private equity tem se tornado cada vez mais relevante no Brasil. Mas o que é Private Equity? Nesse vídeo eu vou responder às principais dúvidas sobre o que é e como funciona esta modalidade de investimento.

Olá, investidor!

Equity é o nome que se dá, em inglês, para o que conhecemos no Brasil como “participação societária” em uma empresa. De acordo com o dicionário de negócios Longman, equity é o “total de capital que uma empresa possui a partir de ações e não de dívida”.

As empresas podem ser classificadas em dois grupos: capital aberto ou fechado. Empresas de capital aberto são aquelas que têm suas ações negociadas na bolsa de valores. Já as de capital fechado, não oferecem ações ou cotas para serem negociadas no mercado. Estas empresas são chamadas em inglês de “private companies”. Por isso, private equity é o nome que se dá ao investimento em empresas de capital fechado

Como essas empresas não são listadas na bolsa de valores, este mercado funciona de forma diferente do investimento em ações. Uma das diferenças é a liquidez

Quando você compra uma ação de uma empresa na bolsa, você pode vendê-la a qualquer momento. Já em empresas de capital fechado, este processo é mais complexo. Geralmente, um investidor de private equity vende sua participação em eventos conhecidos como “saídas”, como uma rodada de investimentos nova, a venda da empresa ou uma abertura de capital na bolsa. Vou deixar aqui um vídeo para você ver depois sobre esses eventos de liquidez.

As primeiras iniciativas de investimento em private equity no Brasil, foram na década de 1980. Mas só em 1994 que essa modalidade começou a se desenvolver, com a publicação da Instrução 209/1994 da CVM, a primeira regulação sobre fundos de investimento em participações. Isso garantiu uma maior segurança para os investidores. 

Até 2002, existiam apenas 156 gestoras de fundos de private equity registradas na CVM. Em 2003, foi publicada a Instrução 391/2003 da CVM, que atualizou as regras e criou os Fundos de Investimento em Participações, conhecidos pela sigla FIP. Essa norma, mais as mudanças na legislação após 2003, estimularam o mercado de private equity no Brasil. O patrimônio líquido dos fundos de investimento em participações cresceu de R$ 43 milhões em 2004 para R$ 411 bilhões em dezembro de 2020.

Por muito tempo, os investimentos em private equity foram restritos a investidores profissionais ou qualificados (geralmente aqueles que tem mais de R$ 1 milhão investidos, mas tem outras possibilidades para se enquadrar).

Porém, há uma forma mais acessível para o investidor comum, como eu e você,  participar desse mercado, que são os títulos negociados por plataformas de equity crowdfunding, como a beegin. Você consegue investir em empresas de capital fechado a valores super acessíveis, sem precisar ser investidor qualificado. Para saber mais sobre como investir nessa modalidade, clica aqui.

Você já notou que para investir em private equity existem basicamente três formas: 

  1. Aportando diretamente na empresa alvo; 
  2. Adquirindo cotas de um fundo de investimento; e
  3. Investindo por meio de plataformas digitais.

Investindo diretamente na empresa, se você não for um especialista, o risco é muito maior, já que você precisará analisar e escolher negócios promissores. O custo também pode ser maior, pois muitas vezes será necessária a contratação de advogados ou consultores para analisar as oportunidades. Além do tempo e maior capital  que seria necessário.

Quando você investe por meio de um fundo, as escolhas serão do gestor desse fundo, você não participará ativamente da escolha das empresas investidas.  Além disso, são restritos a investidores qualificados.

Investindo por meio de uma plataforma de equity crowdfunding, além dos valores mínimos acessíveis, você poderá escolher negócios em segmentos que têm fit com sua estratégia. A plataforma facilita muito esse processo de escolha, pois ela realiza a curadoria das oportunidades e disponibiliza informações detalhadas sobre as empresas e seus mercados de forma mastigada para os investidores.

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Até a próxima, investidor!

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