Risco Sistêmico e Risco Sistemático: como isso afeta seu patrimônio?

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Todo investimento está exposto a diversos tipos de ameaças, que afetam o desempenho da carteira dos investidores. Exemplo claro desse cenário é o risco sistêmico e sistemático, situações comuns no mercado financeiro que devem ser consideradas.

Ao decidir aplicar capital em determinados ativos, os investidores precisam ter conhecimento de que a exposição a certo grau de risco é inevitável. Por isso, adotar boas estratégias para mitigar e diluir esses problemas é imprescindível de modo a ter um portfólio rentável e evitar perdas significativas.

O que é risco sistêmico

O risco sistêmico consiste em uma ameaça generalizada, ou seja, provoca impactos em todo o setor. Assim, tem potencial de causar a instabilidade geral e afetar, direta ou indiretamente, grande parte de um campo da economia.

Dessa forma, o risco sistêmico é um problema microeconômico e acontece em apenas uma organização, porém, atinge outras e leva ao colapso no setor.

Normalmente, as companhias que levam a esse tipo de risco movimentam grande parte do mercado, como bancos e petrolíferas.

Como é realizado o gerenciamento do risco sistêmico

Por ser algo que afeta o mercado de forma abrangente, a gestão dos riscos sistêmicos é de extrema importância à economia. Geralmente, as ações são definidas e realizadas pelas instituições e autoridades financeiras, que estabelecem regras para funcionamento das grandes corporações.

Nesse contexto, as organizações com potencial para oferecer risco sistêmico seguem uma regulação criteriosa de modo a evitar a falência e crises. Caso essas situações sejam inevitáveis, ainda existem ações com intuito de prevenir danos severos e até o uso de seguro de depósito, como o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Diferenças entre risco sistêmico e risco sistemático

Existem diversos tipos de risco no mercado, no entanto, o sistêmico e sistemático são alguns dos que mais geram dívidas.

Diferente do sistêmico, o risco sistemático é de ordem macroeconômica e não está relacionado à gestão de uma única organização. Trata-se de um risco inevitável e afeta todos os ativos, causando alterações como:

  • inflação;
  • crise política;
  • aumento da taxa de juros.

Impactos dos riscos nos investimentos

Cada ativo é afetado de uma forma, por isso, os riscos sistemáticos e sistêmicos merecem atenção especial no planejamento.

Em relação aos sistêmicos, caso existam ativos em setores afetados, pode acontecer uma desvalorização intensa, dificultando o alcance dos objetivos no tempo esperado.

Em contrapartida, os riscos sistemáticos são imprevisíveis e geram oscilações na taxa de juros e inflação, que afetam sempre  os ativos diretamente. Assim, é importante avaliar a resposta do poder público nessas situações, pois pode interferir na rentabilidade e liquidez.

Diversificação da carteira

Todo investidor deve saber que os riscos são inevitáveis, no entanto, podem ser gerenciados e mitigados para um portfólio mais rentável. Uma das principais ações é a diversificação carteira de investimentos, que contribui na diluição das ameaças e mantém a rentabilidade.

Nesse sentido, a diversificação é uma forma inteligente de se proteger e evitar alta exposição aos riscos sistêmicos e sistemáticos. Ao dividir o capital em vários ativos, mesmo que alguns sofram desvalorização, outros podem evoluir e prevenir as perdas.

Entretanto, para diversificar a carteira é indispensável contar com bom planejamento e conhecer bem todos os tipos de investimento que o mercado oferece. Uma alternativa que cresce bastante no mercado, oferecendo boas oportunidades, são os ativos alternativos.

É possível concluir que o risco sistêmico e sistemático são fatores que merecem atenção para evitar danos significativos à sua carteira de investimentos. Portanto, invista em boas estratégias de diversificação e tenha maiores possibilidades de modo a diluir riscos e elevar seus ganhos.

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